quinta-feira, 16 de julho de 2009

Relações Interpessoais

Olá, olha eu aqui de novo.

Acho que consegui chegar à marca de dois posts!!! E começo escrevendo durante uma viagem de ônibus, olhando a paisagem lá fora e rezando para a bateria do meu note não acabar.

Nesse post vim colocar alguns questionamentos que tenho observado sobre os relacionamentos interpessoais. Alguns meus, alguns pessoas ao meu redor. Fique tranqüilos, nenhum nome será citado aqui. Sorry para quem queria saber da vida alheia ;-).



A idéia de escrever veio depois de uma noite de chopps, observei uma situação entre amigos, que já há algum tempo vejo que tem se repetido com vários conhecidos meus, e desconhecidos: Frustrações no relacionamento.
Sim isso.

"-Tá, mas relacionamentos estão sujeitos a frustrações! Nada demais."

Verdade.

Mas a linha a qual eu venho questionar aqui é a seguinte: O ser humano é feito de sinais. Nossa sociedade toda ela é baseada em sinais, (veja as placas de trânsito, por exemplo). E nós, seres humanos mostramos sinais claros do que queremos.


O que leva a gente a se frustrar, o que deixamos de fazer, que sinais deixamos de indicar que levam ao término de um relacionamento?

Sabemos identificar quando o próximo está afim, como dizem no meio popular: "Tá dando mole.", "Tá afim de você.", mas depois da "presa" em nosso poder (isso serve pra ambos os sexos) será que nos esquecemos de identificar os sinais do cotidiano?

Passamos a agir por impulso omitindo o nosso lado racional analítico, e passamos o controle total ao lado somente emocional?

Fico pensando nos relacionamentos que duram no que eles acertam? Será que a relação é de igual para igual, ou é uma relação de submissão?

No primeiro caso, de um modo geral, como será que funciona? Será um prestando atenção no outro?

No outro tipo temos um que manda e outro que segue um fornecedor e um absorvedor, e essas relações só duram apenas enquanto o fornecedor quiser, quando há o término por parte do Fornecedor, o Absorvedor entra numa queda em parafuso emocional impressionante!

Em todos os casos ficam claro os sinais que demonstramos. Por que será e deixamos de ver as indicações bem claras do que o outro está passando?

Como será que podemos fazer para não deixarmos de prestar a atenção nos sinais que o outro nos transmite?

Espero não ter ido fundo demais neste post.

Até o próximo, sempre superando a marca de mais um post

Um Grande abraço.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Olá, como dizem no meu mundo (Hello World!)

Olá,

Nunca iniciei uma conversa sem antes cumprimentar o meu interlocutor, eu acho que é uma maneira de tornar essa leitura um pouco informal, sem os internetiquês (vc, abs, vlw...), convenhamos, é cômodo nos programas de mensagens instantâneas, mas aqui, sei não.

Bom, este é primeiro post que escrevo de um segundo blog que crio. O primeiro não passou de um post apenas e foi uma música dos Paralamas do Sucesso que eu postei. Desta vez quero ver se chego à incrível marca de dois posts!!! Brincadeira. Quero, quer dizer, desejo colocar mais coisas aqui, coisas que vem a minha mente, opiniões, idéias, textos. É uma vontade que se manifesta há tempos, e por razões desconhecidas, ou conhecidas minhas, me impediam de fazê-lo.

Pois bem aqui está: dumpDmemoria, o nome me foi inspirado naquele filme do Harry Potter , não no bruxo em si,mas no chefe da escola, o velhote que tira da mente suas lembranças e as depositam numa (pia, cuia, vaso, ou qualquer nome que aquilo tenha, e que me fugiu a memória agora). Achei aquela ação bem interessante.

Imaginemos um dispositivo no qual pudéssemos fazer uma cópia das nossas lembranças e colocá-las num DVD por exemplo. Memórias do "churras" em full HD!! Com a conectividade de hoje em dia poderíamos ver algo, lembrar e passar para o celular, e enviá-lo como torpedo para alguém. Acho que muitas mulheres iriam usar este artifício, “Amôôô, lembra que você disse que iria levar minha mãe a rodoviária?” Então, era só lembrar-se da cena, pronto sem escapatória.


Acho que viajei demais para um primeiro post, vou tentar não viajar muito nos outros, um grande abraço a todos.