terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Pensamentos

Mais um ano terminando, época do meu aniversário chegando, e não sei por que ando muito pensativo ultimamente. Entre as ocupações e preocupações do dia-a-dia fico meditando sobre várias coisas e nada ao mesmo tempo. Numa pesquisa sem fins "ocupacionais" achei esse pensamento de um orador romano Seneca interessante para os dias de hoje. Segue abaixo:



"Rir é correr risco de parecer tolo. 
Chorar é correr o risco de parecer sentimental. 
Estender a mão é correr o risco de se envolver. 
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. 
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas. 
Amar é correr o risco de não ser correspondido. 
Viver é correr o risco de morrer. 
Confiar é correr o risco de se decepcionar. 
Tentar é correr o risco de fracassar. 
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada. 
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. 
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. 
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. 
Somente a pessoa que corre riscos é livre!"

Um grande abraço a todos

Desculpas

Andei um pouco atarefado estes últimos meses, nem tive tempo suficiente para atualizar o meu blog. Mas como sempre estou com algumas idéias e tão breve estarei postando as minhas idéias novamente.

Um Grande Abraço.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Crônicas - Arnaldo Jabor

Olá pessoal,

Pois é tenho andado muito ocupado ultimamente, sem cabeça para para pensar no que escrever para vocês. Espero conseguir um tempo para organizar as minhas idéias e publicar boa parte do que a minha imaginação tem criado.

Enquando não consigo dar uma "faxina" na minha mente, deixo vocês com um texto de Arnaldo Jabor que sem querer achei pela internet. Eu sou um fã das suas crônicas e espero quando crescer ser parecido com ele. :-)
Abraços


Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor

sábado, 22 de agosto de 2009

Sem nada para escrever ...

Olá pessoal,

Olha eu aqui de novo, dessa vez me encontro sentando na área de embarque do aeroporto de Congonhas – SP, esperando o meu vôo que deve sair provavelmente às 19h, detalhe, estou neste aeroporto desde às 16. Estava eu em Itú, cidade do interior de São Paulo, onde fui a trabalho.

Tenho a impressão começou para mim a temporada de viagens, pois tenho uma lista de lugares onde posso desempenhar meus serviços na área de tecnologia da informação.

Tirando essa parte do trabalho, falo para vocês que adoro viajar, a idéia de tomar café na minha casa e almoçar em outro lugar, pra mim é o máximo. Ter contato com outras pessoas, culturas é realmente muito bom, sem contar que de uma certa forma me sinto mais solto, do que na minha própria cidade. E unir o trabalho com o lazer, tem sido ultimamente muito estimulante. Mas...

Como tudo nessa vida, infelizmente tem dois lados, há uma parte da minha vida social que fica prejudicada. Meus estudos universitários, sim sou universitário de vinte e poucos anos, ;-D (não resisti aos smiles). Dias longos fora da minha cidade natal, vão certamente me obrigar a alguns finais de semana trancaficado no meu apartamento recuperando o tempo perdido.

Acredito que vocês talvez lancem mão da pergunda: “- Você não sente saudade do convívio do seus familiares?” Sim, tenho. Mas com alguns deles falo com o Skype®, ou MSN® e assim fica mais fácil de matar essa saudade.

Aproventando, vou falar um pouco da cidade que me abrigou por alguns dias, Itú. Não considere o texto abaixo como um guia oficial, ou uma palavra final sobre o mesma, é apenas uma impressão de quem passou por lá.

Cheguei a Itú de carro, vim de Sampa , uma das coisas interessantes dessa viagem é que achamos a entrada da cidade, mas o centro e o nosso Hotel foi meio complicado. Vi uma cidade com muitas ruas estreitas, que não cabem 2 carros emparelhados. A arquiterura é de uma cidade do interior moderna, mas que ainda guarda suas raízes do passado.

Estando nessa cidade, fiquei um pouco decepcionado, pois achei que veria uma cidade com vários objetos de tamanhos desproporcionais, não encontrei nada disso. Conversando com os nativos, me contaram que há sim esses objetos, um orelhão e um semáforo, numa praça, não tive tempo de ver, assim como também não tive tempo de aproveitar a vida noturna da cidade. Bom isso vai ficar para a próxima visita a cidade que com certesa lhes trarei mais detalhes.

Vou me despedindo, a bateria do meu note já está dando sinais de cansaço.

Até a próxima.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Apenas escrevendo...

Olá pessoal,

Olha eu de novo após algum tempo longe do blog, retornei de férias, e aproveitei e para tirar
um pouco da poeira que ficou por aqui.

Desde o último post, fiquei bastante preocupado com o que escrever para esse, tive várias idéias, muitas divagações, algumas doideiras, nada que me inspirasse a colocar a "mão na massa", no meu caso dedos no teclado.

O último post foi inspirado por um sentimento de término de namoro, lendo-o hoje, penso que fui muito tendencioso, acho eu que era o ensejo de colocar todos os sentimentos a pra fora. Hoje com mais calma, talvez minha abordagem fosse diferente. Continuo ainda tentando ler os sinais...

Encontro-me de volta as minha atividades rotineiras, numa readaptação a rotina de trabalho e estudo, sentindo como uma pessoa que sofreu um acidente, e ficou muito tempo no hospital e agora volta a vida normal. Estou tendo um enorme trabalho a voltar a ativa.

Refleti muito de como eu estava antes das minhas férias, toda aquela correria. Quando me encontrei realmente de férias fiquei boa parte do tempo em minha casa nova, aproveitando o prazer recem adquirido, vendo todas as possibilidades que podia fazer nela. Não fiz tudo o que planejei, mas do que realizei, fiquei imensamente contente.

Tirei alguns dias para ir pro interior do estado, onde visitei parentes, amigos de longa
data e, acredito que foi o fato mais impactante: O de conseguir me fazer escutar. A vida na minha cidade
do interior não mudou nada, mas me sinto em paz quando vou pra lá, uma paz diferente da que sinto por aqui, o Rio tem todo o frenesi de uma metrópole, lá a vida passa um pouco mais devagar. Mas não se enganem, embora a cidade seja do interior, que não dizer é roça, possui boa parte das tecnologias que encontramos por aqui (tv a cabo, banda larga...).

Nestas férias, raríssimas foram as vezes que eu fiquei a frente de uma tela de compudador, a maior parte foi dedicada aos vícios do ócio, gula e preguiça. Experimentei uma grande sensação de nostalgia ao passar pelas ruas da cidade, onde me pegeui lembrando de bons e maus momentos que vivi. Houve um momento no qual me achava na companhia de meus primos (mais novos) e seus amigos, que tive a impressão do tempo parar.

Fitei aquela cena e a imagem que veio a cabeça era deles ainda bem novos, pessoas que eu vi tomando guaraná, hoje disputavam "umas manguaças". É verdade, o tempo passa e a gente quase não vê.

Geralmente, fazemos nossas resoluções no ano novo, prometendo coisas que nunca vamos cumprir,
nessa época sinceramente, me limito a desejar o bem a todos e curtir a festa onde eu estiver.

Acho que para uma resolução, deve-ser ter algum planejamento, tem de ser uma descisão bem pensada e honestamente avavalida, por isso que o faço nas férias. E acredido que como é uma coisa
muito pessoal, deve-se ser guardada para si. Tive muito assunto para pensar, discutir comigo
mesmo.

Foram férias realmente proveitosas, um Ctrl+Alt+Del na minha vida.

Voltei, sim, mais ainda tava terminando de me analisar.

Enfim consegui reunir alguma coisa para começar a escrever neste post. E posso adiantar, estou reunindo material para os próximos. Espero que não seja tão espaçado assim, como este foi.

Um grande abraço


"-Há dois mundos: o mundo que podemos medir com a linha e a régua e o mundo que
podemos sentir com o coração e a imaginação." Julio Verne.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Relações Interpessoais

Olá, olha eu aqui de novo.

Acho que consegui chegar à marca de dois posts!!! E começo escrevendo durante uma viagem de ônibus, olhando a paisagem lá fora e rezando para a bateria do meu note não acabar.

Nesse post vim colocar alguns questionamentos que tenho observado sobre os relacionamentos interpessoais. Alguns meus, alguns pessoas ao meu redor. Fique tranqüilos, nenhum nome será citado aqui. Sorry para quem queria saber da vida alheia ;-).



A idéia de escrever veio depois de uma noite de chopps, observei uma situação entre amigos, que já há algum tempo vejo que tem se repetido com vários conhecidos meus, e desconhecidos: Frustrações no relacionamento.
Sim isso.

"-Tá, mas relacionamentos estão sujeitos a frustrações! Nada demais."

Verdade.

Mas a linha a qual eu venho questionar aqui é a seguinte: O ser humano é feito de sinais. Nossa sociedade toda ela é baseada em sinais, (veja as placas de trânsito, por exemplo). E nós, seres humanos mostramos sinais claros do que queremos.


O que leva a gente a se frustrar, o que deixamos de fazer, que sinais deixamos de indicar que levam ao término de um relacionamento?

Sabemos identificar quando o próximo está afim, como dizem no meio popular: "Tá dando mole.", "Tá afim de você.", mas depois da "presa" em nosso poder (isso serve pra ambos os sexos) será que nos esquecemos de identificar os sinais do cotidiano?

Passamos a agir por impulso omitindo o nosso lado racional analítico, e passamos o controle total ao lado somente emocional?

Fico pensando nos relacionamentos que duram no que eles acertam? Será que a relação é de igual para igual, ou é uma relação de submissão?

No primeiro caso, de um modo geral, como será que funciona? Será um prestando atenção no outro?

No outro tipo temos um que manda e outro que segue um fornecedor e um absorvedor, e essas relações só duram apenas enquanto o fornecedor quiser, quando há o término por parte do Fornecedor, o Absorvedor entra numa queda em parafuso emocional impressionante!

Em todos os casos ficam claro os sinais que demonstramos. Por que será e deixamos de ver as indicações bem claras do que o outro está passando?

Como será que podemos fazer para não deixarmos de prestar a atenção nos sinais que o outro nos transmite?

Espero não ter ido fundo demais neste post.

Até o próximo, sempre superando a marca de mais um post

Um Grande abraço.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Olá, como dizem no meu mundo (Hello World!)

Olá,

Nunca iniciei uma conversa sem antes cumprimentar o meu interlocutor, eu acho que é uma maneira de tornar essa leitura um pouco informal, sem os internetiquês (vc, abs, vlw...), convenhamos, é cômodo nos programas de mensagens instantâneas, mas aqui, sei não.

Bom, este é primeiro post que escrevo de um segundo blog que crio. O primeiro não passou de um post apenas e foi uma música dos Paralamas do Sucesso que eu postei. Desta vez quero ver se chego à incrível marca de dois posts!!! Brincadeira. Quero, quer dizer, desejo colocar mais coisas aqui, coisas que vem a minha mente, opiniões, idéias, textos. É uma vontade que se manifesta há tempos, e por razões desconhecidas, ou conhecidas minhas, me impediam de fazê-lo.

Pois bem aqui está: dumpDmemoria, o nome me foi inspirado naquele filme do Harry Potter , não no bruxo em si,mas no chefe da escola, o velhote que tira da mente suas lembranças e as depositam numa (pia, cuia, vaso, ou qualquer nome que aquilo tenha, e que me fugiu a memória agora). Achei aquela ação bem interessante.

Imaginemos um dispositivo no qual pudéssemos fazer uma cópia das nossas lembranças e colocá-las num DVD por exemplo. Memórias do "churras" em full HD!! Com a conectividade de hoje em dia poderíamos ver algo, lembrar e passar para o celular, e enviá-lo como torpedo para alguém. Acho que muitas mulheres iriam usar este artifício, “Amôôô, lembra que você disse que iria levar minha mãe a rodoviária?” Então, era só lembrar-se da cena, pronto sem escapatória.


Acho que viajei demais para um primeiro post, vou tentar não viajar muito nos outros, um grande abraço a todos.