sábado, 22 de agosto de 2009

Sem nada para escrever ...

Olá pessoal,

Olha eu aqui de novo, dessa vez me encontro sentando na área de embarque do aeroporto de Congonhas – SP, esperando o meu vôo que deve sair provavelmente às 19h, detalhe, estou neste aeroporto desde às 16. Estava eu em Itú, cidade do interior de São Paulo, onde fui a trabalho.

Tenho a impressão começou para mim a temporada de viagens, pois tenho uma lista de lugares onde posso desempenhar meus serviços na área de tecnologia da informação.

Tirando essa parte do trabalho, falo para vocês que adoro viajar, a idéia de tomar café na minha casa e almoçar em outro lugar, pra mim é o máximo. Ter contato com outras pessoas, culturas é realmente muito bom, sem contar que de uma certa forma me sinto mais solto, do que na minha própria cidade. E unir o trabalho com o lazer, tem sido ultimamente muito estimulante. Mas...

Como tudo nessa vida, infelizmente tem dois lados, há uma parte da minha vida social que fica prejudicada. Meus estudos universitários, sim sou universitário de vinte e poucos anos, ;-D (não resisti aos smiles). Dias longos fora da minha cidade natal, vão certamente me obrigar a alguns finais de semana trancaficado no meu apartamento recuperando o tempo perdido.

Acredito que vocês talvez lancem mão da pergunda: “- Você não sente saudade do convívio do seus familiares?” Sim, tenho. Mas com alguns deles falo com o Skype®, ou MSN® e assim fica mais fácil de matar essa saudade.

Aproventando, vou falar um pouco da cidade que me abrigou por alguns dias, Itú. Não considere o texto abaixo como um guia oficial, ou uma palavra final sobre o mesma, é apenas uma impressão de quem passou por lá.

Cheguei a Itú de carro, vim de Sampa , uma das coisas interessantes dessa viagem é que achamos a entrada da cidade, mas o centro e o nosso Hotel foi meio complicado. Vi uma cidade com muitas ruas estreitas, que não cabem 2 carros emparelhados. A arquiterura é de uma cidade do interior moderna, mas que ainda guarda suas raízes do passado.

Estando nessa cidade, fiquei um pouco decepcionado, pois achei que veria uma cidade com vários objetos de tamanhos desproporcionais, não encontrei nada disso. Conversando com os nativos, me contaram que há sim esses objetos, um orelhão e um semáforo, numa praça, não tive tempo de ver, assim como também não tive tempo de aproveitar a vida noturna da cidade. Bom isso vai ficar para a próxima visita a cidade que com certesa lhes trarei mais detalhes.

Vou me despedindo, a bateria do meu note já está dando sinais de cansaço.

Até a próxima.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Apenas escrevendo...

Olá pessoal,

Olha eu de novo após algum tempo longe do blog, retornei de férias, e aproveitei e para tirar
um pouco da poeira que ficou por aqui.

Desde o último post, fiquei bastante preocupado com o que escrever para esse, tive várias idéias, muitas divagações, algumas doideiras, nada que me inspirasse a colocar a "mão na massa", no meu caso dedos no teclado.

O último post foi inspirado por um sentimento de término de namoro, lendo-o hoje, penso que fui muito tendencioso, acho eu que era o ensejo de colocar todos os sentimentos a pra fora. Hoje com mais calma, talvez minha abordagem fosse diferente. Continuo ainda tentando ler os sinais...

Encontro-me de volta as minha atividades rotineiras, numa readaptação a rotina de trabalho e estudo, sentindo como uma pessoa que sofreu um acidente, e ficou muito tempo no hospital e agora volta a vida normal. Estou tendo um enorme trabalho a voltar a ativa.

Refleti muito de como eu estava antes das minhas férias, toda aquela correria. Quando me encontrei realmente de férias fiquei boa parte do tempo em minha casa nova, aproveitando o prazer recem adquirido, vendo todas as possibilidades que podia fazer nela. Não fiz tudo o que planejei, mas do que realizei, fiquei imensamente contente.

Tirei alguns dias para ir pro interior do estado, onde visitei parentes, amigos de longa
data e, acredito que foi o fato mais impactante: O de conseguir me fazer escutar. A vida na minha cidade
do interior não mudou nada, mas me sinto em paz quando vou pra lá, uma paz diferente da que sinto por aqui, o Rio tem todo o frenesi de uma metrópole, lá a vida passa um pouco mais devagar. Mas não se enganem, embora a cidade seja do interior, que não dizer é roça, possui boa parte das tecnologias que encontramos por aqui (tv a cabo, banda larga...).

Nestas férias, raríssimas foram as vezes que eu fiquei a frente de uma tela de compudador, a maior parte foi dedicada aos vícios do ócio, gula e preguiça. Experimentei uma grande sensação de nostalgia ao passar pelas ruas da cidade, onde me pegeui lembrando de bons e maus momentos que vivi. Houve um momento no qual me achava na companhia de meus primos (mais novos) e seus amigos, que tive a impressão do tempo parar.

Fitei aquela cena e a imagem que veio a cabeça era deles ainda bem novos, pessoas que eu vi tomando guaraná, hoje disputavam "umas manguaças". É verdade, o tempo passa e a gente quase não vê.

Geralmente, fazemos nossas resoluções no ano novo, prometendo coisas que nunca vamos cumprir,
nessa época sinceramente, me limito a desejar o bem a todos e curtir a festa onde eu estiver.

Acho que para uma resolução, deve-ser ter algum planejamento, tem de ser uma descisão bem pensada e honestamente avavalida, por isso que o faço nas férias. E acredido que como é uma coisa
muito pessoal, deve-se ser guardada para si. Tive muito assunto para pensar, discutir comigo
mesmo.

Foram férias realmente proveitosas, um Ctrl+Alt+Del na minha vida.

Voltei, sim, mais ainda tava terminando de me analisar.

Enfim consegui reunir alguma coisa para começar a escrever neste post. E posso adiantar, estou reunindo material para os próximos. Espero que não seja tão espaçado assim, como este foi.

Um grande abraço


"-Há dois mundos: o mundo que podemos medir com a linha e a régua e o mundo que
podemos sentir com o coração e a imaginação." Julio Verne.