Olá pessoal,
Olha eu aqui de novo, dessa vez me encontro sentando na área de embarque do aeroporto de Congonhas – SP, esperando o meu vôo que deve sair provavelmente às 19h, detalhe, estou neste aeroporto desde às 16. Estava eu em Itú, cidade do interior de São Paulo, onde fui a trabalho.
Tenho a impressão começou para mim a temporada de viagens, pois tenho uma lista de lugares onde posso desempenhar meus serviços na área de tecnologia da informação.
Tirando essa parte do trabalho, falo para vocês que adoro viajar, a idéia de tomar café na minha casa e almoçar em outro lugar, pra mim é o máximo. Ter contato com outras pessoas, culturas é realmente muito bom, sem contar que de uma certa forma me sinto mais solto, do que na minha própria cidade. E unir o trabalho com o lazer, tem sido ultimamente muito estimulante. Mas...
Como tudo nessa vida, infelizmente tem dois lados, há uma parte da minha vida social que fica prejudicada. Meus estudos universitários, sim sou universitário de vinte e poucos anos, ;-D (não resisti aos smiles). Dias longos fora da minha cidade natal, vão certamente me obrigar a alguns finais de semana trancaficado no meu apartamento recuperando o tempo perdido.
Acredito que vocês talvez lancem mão da pergunda: “- Você não sente saudade do convívio do seus familiares?” Sim, tenho. Mas com alguns deles falo com o Skype®, ou MSN® e assim fica mais fácil de matar essa saudade.
Aproventando, vou falar um pouco da cidade que me abrigou por alguns dias, Itú. Não considere o texto abaixo como um guia oficial, ou uma palavra final sobre o mesma, é apenas uma impressão de quem passou por lá.
Cheguei a Itú de carro, vim de Sampa , uma das coisas interessantes dessa viagem é que achamos a entrada da cidade, mas o centro e o nosso Hotel foi meio complicado. Vi uma cidade com muitas ruas estreitas, que não cabem 2 carros emparelhados. A arquiterura é de uma cidade do interior moderna, mas que ainda guarda suas raízes do passado.
Estando nessa cidade, fiquei um pouco decepcionado, pois achei que veria uma cidade com vários objetos de tamanhos desproporcionais, não encontrei nada disso. Conversando com os nativos, me contaram que há sim esses objetos, um orelhão e um semáforo, numa praça, não tive tempo de ver, assim como também não tive tempo de aproveitar a vida noturna da cidade. Bom isso vai ficar para a próxima visita a cidade que com certesa lhes trarei mais detalhes.
Vou me despedindo, a bateria do meu note já está dando sinais de cansaço.
Até a próxima.
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