Olá, olha eu aqui de novo.
Acho que consegui chegar à marca de dois posts!!! E começo escrevendo durante uma viagem de ônibus, olhando a paisagem lá fora e rezando para a bateria do meu note não acabar.
Nesse post vim colocar alguns questionamentos que tenho observado sobre os relacionamentos interpessoais. Alguns meus, alguns pessoas ao meu redor. Fique tranqüilos, nenhum nome será citado aqui. Sorry para quem queria saber da vida alheia ;-).
Acho que consegui chegar à marca de dois posts!!! E começo escrevendo durante uma viagem de ônibus, olhando a paisagem lá fora e rezando para a bateria do meu note não acabar.
Nesse post vim colocar alguns questionamentos que tenho observado sobre os relacionamentos interpessoais. Alguns meus, alguns pessoas ao meu redor. Fique tranqüilos, nenhum nome será citado aqui. Sorry para quem queria saber da vida alheia ;-).

A idéia de escrever veio depois de uma noite de chopps, observei uma situação entre amigos, que já há algum tempo vejo que tem se repetido com vários conhecidos meus, e desconhecidos: Frustrações no relacionamento.
Sim isso.
"-Tá, mas relacionamentos estão sujeitos a frustrações! Nada demais."
Verdade.
Mas a linha a qual eu venho questionar aqui é a seguinte: O ser humano é feito de sinais. Nossa sociedade toda ela é baseada em sinais, (veja as placas de trânsito, por exemplo). E nós, seres humanos mostramos sinais claros do que queremos.

O que leva a gente a se frustrar, o que deixamos de fazer, que sinais deixamos de indicar que levam ao término de um relacionamento?
Sabemos identificar quando o próximo está afim, como dizem no meio popular: "Tá dando mole.", "Tá afim de você.", mas depois da "presa" em nosso poder (isso serve pra ambos os sexos) será que nos esquecemos de identificar os sinais do cotidiano?

Passamos a agir por impulso omitindo o nosso lado racional analítico, e passamos o controle total ao lado somente emocional?
Fico pensando nos relacionamentos que duram no que eles acertam? Será que a relação é de igual para igual, ou é uma relação de submissão?
No primeiro caso, de um modo geral, como será que funciona? Será um prestando atenção no outro?
No outro tipo temos um que manda e outro que segue um fornecedor e um absorvedor, e essas relações só duram apenas enquanto o fornecedor quiser, quando há o término por parte do Fornecedor, o Absorvedor entra numa queda em parafuso emocional impressionante!
Em todos os casos ficam claro os sinais que demonstramos. Por que será e deixamos de ver as indicações bem claras do que o outro está passando?
Como será que podemos fazer para não deixarmos de prestar a atenção nos sinais que o outro nos transmite?
Espero não ter ido fundo demais neste post.
Até o próximo, sempre superando a marca de mais um post
Um Grande abraço.

bem apesar de talvez não ser uma grande conhecedora de midias e marcas de filme sou conhecedora dos sinais, entre aspas que conhecemos nas outras pessoas pois na realidade o ser humano realmente se baseia nos sinais isto podemos ver no livro o corpo fala e na medicina tb, existe um critério para o diagnóstico que são os sinais e sintomas, então concordo com o autor desde blog, muito bom vou indicar aos amigos e serviu para ver uma realidade que vivi a pouco tempo.
ResponderExcluirPenso que no fundo percebemos estes sinais, apenas não queremos acreditar neles, porque às vezes isto significa acordar, tomar atitudes e nem sempre é o que queremos, pois cômodo e confortável é não ver, não perceber sinais que nos tragam à realidade por muitas vezes assustadora.
ResponderExcluirEstou lendo seu blog, vê se não para tão rápido rs, esses dois posts já duram há quase 1 mês. Manda logo ver no terceiro. Beijos, EU EU EU
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